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TESTE

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Grammy

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Todos os anos, o melhor do Grammy são as performances. E não foi diferente na cerimômia deste ano, que aconteceu ontem, em Los Angeles. Vamos ao que interessa:

DAFT PUNK + NILE RODGERS + PHARRELL + STEVIE WONDER. Melhor momento da noite.

MACKLEMORE & RYAN LEWIS + MADONNA. Meio gospel, em tom de profecia, mas bonita. E ainda teve o lance dos casais.

TAYLOR SWIFT. Quer saber? Gostei.

LORDE. Desacelerou sua “Royals” e cantou com o coração. Muito bom.

BEYONCÉ E JAY Z. Como disse uma amiga durante a transmissão, foi uma performance pra gente ter certeza que eles são a realeza da música. Já podem desfilar em carro aberto com direito à multidão acenando.

METALLICA COM LANG LANG. Não curti. Mas teve gente que surtou com isso.

SARA BAREILLES E CAROLE KING. Bonitão.

e finalmente

PAUL E RINGO. O que dizer mais?

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Melhores de 2013

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Todos os anos, a crítica brasileira se reúne na mais completa eleição de Melhores do ano anterior, no Scream & Yell.
Participo deste o início da parada e todos os anos eu passo horas comparando meus votos com os dos colegas. Adoro quando discordo bastante do senso comum.
Enfim, a íntegra da votação está aqui.
Mas eu te dou uma colher de chá (menos um link para você clicar) com os meus eleitos.

MELHOR DISCO NACIONAL
01. De Graça – Jeneci
02. Porcas Borboletas – Porcas Borboletas
03. O Glorioso Retorno de Quem nunca Esteve Aqui – Emicida
04. Antes Que Tu Conte Outra – Apanhador Só
05. Estado de Nuvem – Bruno Souto

MELHOR DISCO INTERNACIONAL
01. AM – Arctic Monkeys
02. Like Clockwork – Queens of the Stone Age
03. Coriscana Lemonade – White Denim
04. The Next Day – David Bowie
05. 13 – Black Sabbath

MELHOR MÚSICA NACIONAL
01. Show das Poderosas – Anitta
02. Tudo Que Eu Tentei Falhou – Porcas Borboletas
03. Lucifernandis – Boogarins
04. Liquido Preto – Apanhador Só

MELHOR MÚSICA INTERNACIONAL
01. R U Mine – Arctic Monkeys
02. Blurred Lines – Robin Thicke
03. Get Lucky – Daft Punk
04. The Wire – HAIM
05. Royals – Lorde

MELHOR SHOW INTERNACIONAL
01. Bruce Springsteen & The E-Street Band – Espaço das Américas (SP)
02. Allman Brothers Band – Crossroads Guitar Festival (NYC)
03. Queens of the Stone Age – Lollapalooza (SP)
04. Black Crowes (Terminal 5/NYC)
05. Blur (Planeta Terra/SP)

MELHOR FILME NACIONAL
01. O Som ao Redor
02. Faroeste Caboclo
03. Somos Tão Jovens

MELHOR FILME INTERNACIONAL
01. Gravidade
02. Antes da Meia-Noite
03. Blue Jasmine
04. Circulo de Fogo
05. Capitão Philips

MELHOR LIVRO
01. Morrissey – Autobiography
02. Cheguei a Tempo de Ver o Palco Desabar – Ricardo Alexandre
03. The History of NME
04. My Cross to Bear – Gregg Allman
05. Bruce – Peter Ames Carlin

QUAL SHOW VOCÊ GOSTARIA DE VER NO BRASIL EM 2014
01. Tom Petty & the Heartbreakers
02. Allman Brothers Band
03. David Bowie
04. Fleetwood Mac
05. Black Crowes

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Ela

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Há alguns dias um incômodo toma conta de mim. Todas as vezes em que acesso qualquer aplicativo ou rede social, sinto como se estivesse desconfiando o tempo todo daquilo e questionando o porque de estar fazendo aquilo. Mas, principalmente, questiono o quanto aquilo faz parte da minha vida cotidiana e se isso é saudável.

Tal incômodo surgiu depois que eu assisti a “Ela”, o novo e sensacional filme de Spike Jonze. Como escrevi rapidamente logo após terminá-lo (nas redes sociais), Jonze fez uma espécie de tratado dos nossos tempos, relacionando de forma definitiva a solidão que a tecnologia e principalmente a internet nos proporciona e a maneira com que nos relacionamos com ela, atingindo níveis de insanidade muitas vezes inimagináveis por nós mesmos.

Passando rapidamente pelo filme, “Ela” é a história de Theodore (Joaquin Phoenix, espectacular), um escritor de cartas manuscritas (seu emprego, por si só, já é uma crítica divertidíssima a isto tudo) solitário, recém-divorciado, que se apaixona primeiramente pela voz de um novo sistema operacional que ele adquire e instala em seu computador e em seu smartphone. A voz, Samantha (Scarlett Johansson, que consegue ser sensual sem que a vejamos), começa a adquirir uma personalidade a partir de inputs de Theodore, mas principalmente através de uma inteligência artificial adquirida em pouco tempo. Theodore se apaixona por Samantha e o relacionamento entre os dois é o cerne do filme, com todos os altos e baixos que qualquer relacionamento proporciona. Sexo virtual, passeios na praia, ciúmes dos dois lados, brigas, reconciliações e…..bem, não vou entregar o final.

O importante é perceber que Jonze correu um risco enorme de soar maniqueísta ou fazer uma crítica ao mundo moderno sem acrescentar nada ao que já lemos e vivenciamos diariamente. Mas ele conseguiu nos fazer pensar. Quantas vezes nos perdemos diariamente entre mensagens pelo whatsapp, posts inúteis no Facebook, conversas intermináveis com pessoas cujo relacionamento passou a ser mais “próximo” no mundo on-line e deixamos o mundo real de lado? Se hoje somos mais solitários e nos enclausuramos em nossos mundos on-line dentro de nossos quartos ou em qualquer ambiente onde os smartphones consigam se conectar com a rede, é puramente por nossa culpa. No filme, Theodore é rodeado de mulheres incríveis mas não percebe isso e opta por Samantha. É bem verdade que as mulheres também não percebem o quão incrível ele é. Quando finalmente ele tem um encontro romântico, a garota em questão (Olivia Wilde, como sempre maravilhosa) prefere não ir adiante com medo de ele não querer um relacionamento duradouro. Já viram isso em algum lugar?

É fácil se identificar com “Ela”. O difícil é perceber que somos responsáveis por ele e podemos mudar nossa condição. Claro, se quisermos. Nem todo mundo quer sair da solidão. Os relacionamentos on-line são mais seguros porque podem ser manipulados da maneira que quisermos, nos momentos em que nos forem convenientes. A fuga de Theodore é a nossa fuga diária. Medo? Falta de tempo? Nova maneira de encarar o mundo? Tudo isso e nada disso, ao mesmo tempo.

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Tens Tempo do dia

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Dentro da proposta “Tens Tempo” em que pessoas mostram que tem muito tempo disponível na vida, aqui está o video de “Firestarter”, do Prodigy, sem a música.

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Rosanne Cash

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Não tem jeito mesmo. Colocou um pé no capim pra fazer um disco eu me apaixono.
No caso de Rosanne Cash, esse pé vem de família, por pelo menos uns 20 anos.
Sim, estou falando da filha de Johnny e June Johnny Cash e de sua primeira mulher, Vivian, que por anos viveu sob a sombra do pai.
Mas eis que nestes primeiros momentos de 2014 ela lança este maravilhoso “The River and the Thread”, seu primeiro disco pela Blue Note Records, uma parceria bastante interessante, diga-se de passagem.
Country, bluegrass, gospel, blues e tudo mais em 14 arrebatadoras canções.
E não deixe de conhecer também o disco anterior dela, “The List”, com canções que ela ouvia desde pequena e finalmente resolveu gravar, muito bem acompanhada de Bruce Springsteen, Elvis Costello, Jeff Tweedy e Rufus Wainwright, entre outros.
Vou quebrar seu galho e colocar os dois aqui. Precisa ter conta no Rdio pra ouvir, ok?

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Coachella 2014

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Sim, está ótimo o lineup.
Mas lembra quando a gente ficava louco ao ver este poster?
Pois é, a empolgação passou. Não vale mais a viagem.
Ainda mais quando percebemos que vimos ou vamos ver algumas das principais atrações aqui mesmo no Brasil, no Lollapalooza, no Planeta Terra e em shows avulsos.
Anyway, pra quem está na California, recomendo muito, apesar de nunca ter ido ao Coachella.

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